domingo, 20 de outubro de 2013



As mãos se envolvem no vão pensamento que deixa de ser abstrato quando se fecha a cortina do cômodo. Penso, que desta pele parda quando nua, jaz um conceito teológico sobre a carne, já não é mais injúria, nem citação de termos sacros de uma paráfrase bíblica, pois nem mesmo o mal ousa aclarar este devaneio inculto. Sobre a exata do corpo e da carne, padeço. Oh Deus! Mea culpa.

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