As mãos se envolvem no vão pensamento que deixa de ser
abstrato quando se fecha a cortina do cômodo. Penso, que desta pele parda
quando nua, jaz um conceito teológico sobre a carne, já não é mais injúria, nem
citação de termos sacros de uma paráfrase bíblica, pois nem mesmo o mal ousa aclarar
este devaneio inculto. Sobre a exata do corpo e da carne, padeço. Oh Deus! Mea
culpa.

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